Herdade da Defesa

O AZEITE

É na Defesa, que recolhemos grande parte da azeitona de onde extraímos o nosso azeite, um azeite fino, rico em sabor, reconhecido e valorizado nacional e internacionalmente.

OS VINHOS

É aqui que os nossos vinhos Alentejanos, da sub-região Portalegre, são produzidos. Onde as castas Aragonês, Trincadeira Preta, Periquita, Alicante Bouschet e Touriga Nacional, nos permitem criar vinhos com alma e carácter.

UMA HERDADE COM HISTÓRIA

A Herdade da Defesa de Barros, localizada no concelho norte alentejano de Avis, pertenceu à histórica Ordem de Avis.

Previous

Next

A Herdade da Defesa de Barros, localizada no concelho norte alentejano de Avis, pertenceu à histórica Ordem de Avis, organização de natureza religiosa e militar inicialmente dependente da Ordem espanhola de Calatrava e que em 1211 se autonomizou quando D. Afonso II doou aos freires o lugar de Avis para que aí erguessem um castelo e o povoassem.

O seu primeiro mestre foi Fernão de Anes (1196-1219), a quem se deve a edificação da vila e do castelo e o último, Fernão Rodrigues de Sequeira, que morreu em 1433 e repousa no interior da igreja conventual.

A grande personalidade da Ordem seria D. João, Mestre de Avis, filho bastardo de D. Pedro I, elevado ao trono de Portugal por vontade do seu povo após o interregno de 1383-1385. O nome da Ordem ficou para sempre ligado à Dinastia de Avis, a mais notável das dinastias portuguesas, a quem se deve toda a estratégia que levou Portugal a optar por uma vocação de expansão atlântica que culminaria nos Grandes Descobrimentos.

Os freires usavam um manto branco com cordões até aos pés e uma cruz verde rematada com flores de lis, insígnia da Ordem.

 

É aqui que os nossos vinhos Alentejanos, da sub-região Portalegre, são produzidos, em vinhas cuidadosamente tratadas e onde as castas Aragonês, Trincadeira Preta, Periquita, Alicante Bouschet e Touriga Nacional, nos permitem criar vinhos com alma e carácter, encorpados e ao mesmo tempo suaves, que tão bem representam estas terras historicamente ocupadas e que agora nos cabem a nós cuidar com paixão.

É também daqui, destas terras férteis, que recolhemos grande parte da azeitona de onde extraímos o nosso azeite, um azeite fino, rico em sabor, reconhecido e valorizado nacional e internacionalmente.

GALERIA